ARTIGO: Mundo Desigual – Autor/Palestrante e Membro da SBPalestrantes Tom Coelho

[13-01-2016]

TOM COELHO – É educador, palestrante em gestão de pessoas e negócios, escritor e Membro da Sociedade Brasileira de Palestrantes. E-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br. Site: www.tomcoelho.com.br.

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“Por tão poucos terem tanto

é que tantos têm tão pouco.”

(Eduardo Marinho)

 

A Forbes, revista de negócios norte-americana, publica anualmente uma lista avaliando o patrimônio dos bilionários em todo o mundo. A edição deste ano novamente apresenta nas três primeiras posições Bill Gates, fundador da Microsoft; Carlos Slim Helu, do setor de telecomunicações; e o banqueiro Warren Buffet. Juntos, eles detêm ativos da ordem de US$ 224 bilhões, o equivalente ao patrimônio estimado de cerca de 900 milhões de pessoas.

Os dados ficam ainda mais alarmantes se tomarmos como referência os ativos dos dez mais ricos. Neste caso, chegamos a um total de US$ 551 bilhões, comparável ao patrimônio de algo em torno de 2 bilhões de pessoas no planeta!

Uma análise da referida lista de bilionários da Forbes a partir de 2009, ano seguinte à crise econômica mundial, mostra um crescimento médio anual de 14% no patrimônio do grupo dos dez. Enquanto isso, o PIB mundial evoluiu pouco acima de 3% ao ano.

Estes dados explicam o alerta da Oxfam International, entidade cujo foco primordial é o combate à pobreza. Atualmente, 67 pessoas detêm o mesmo patrimônio que metade da população mundial e, em 2016, os recursos acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza dos outros 99%.

Mais um exemplo deste universo de desigualdades. O faturamento das dez maiores empresas do mundo em 2014 totalizou US$ 3,35 trilhões, o equivalente ao PIB somado de todos os países da América Latina, excluindo-se o Brasil. Note: dez empresas equivalem a 21 países. Estes números só não são ainda mais expressivos porque seis destas dez companhias são do setor energético, e o barril do petróleo, que já chegou a superar cem dólares no passado recente, vive um período de baixa, cotado por menos de 60 dólares atualmente.

O mais incrível é que temos a impressão da ocorrência, no decorrer dos últimos anos, de ações amplas e efetivas no sentido de amenizar desigualdades socioeconômicas em virtude de iniciativas de organizações não-governamentais, de campanhas de conscientização e da inclusão do tema em debates educacionais. Ledo engano…

Combater este autêntico abismo social é tarefa de governo. A distribuição de renda passa necessariamente não por políticas assistencialistas, mas sim por instrumentos justos de tributação. Estudos indicam que há uma correlação direta entre o aumento da concentração de renda e a redução dos impostos incidentes sobre os mais ricos.

Olhando para nosso cenário interno, vemos um crescimento da violência, do desemprego e da corrupção. Enquanto isso, com a justificativa de ajustar as contas públicas, o governo federal busca elevar sua arrecadação com aumento generalizado de impostos sobre o setor produtivo, afetando diretamente a competitividade das empresas, em especial as de pequeno e médio porte, que representam 98% dos empreendimentos formais existentes no país, responsáveis por mais de 60% dos empregos diretos. O impacto final é sobre os menos favorecidos, ampliando este quadro de desigualdades.

Contra fatos e estatísticas não cabem argumentos, mas sim ações propositivas, voltadas não à retórica, mas sim à solução dos problemas.

 

Falar em público: Como essa habilidade pode MUDAR a sua vida!

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[06-01-2016]

Se você quiser aumentar substancialmente o seu valor como um profissional de negócios ainda neste ano, o bilionário Warren Buffett tem um conselho: dominar a arte de falar em público. Buffett, que é considerado o investidor mais bem-sucedido do século XX, disse uma vez a uma classe de estudantes de business que ele iria pagar a qualquer um da sala US$ 100 mil por 10% de seus ganhos futuros. Se eles fossem bons comunicadores, ele elevaria sua oferta em 50%, porque falar em público tornaria seu “investimento” mais valioso.

Carmine Gallo é o coach de comunicação das marcas mais admiradas do mundo e colaborador da revista “Forbes”. Gallo conta que lembrou desta história durante uma conversa com um recém-formado. Embora o novo profissional tenha se formado em uma universidade altamente renomada no lugar de onde veio, ela não tem o nome de Harvard ou Yale. Ele também, aparentemente, não recebeu o memorando informando que é difícil para os jovens encontrarem emprego.

O jovem conseguiu um boa posição em sua terceira entrevista. Ele acha que sua boa capacidade de comunicação foi o grande diferencial para o seu sucesso. Ele estudou os produtos da empresa e desenvolveu seu próprio “discurso de elevador”. A conversa foi tão convincente que seu novo chefe ainda lhe pediu para gravá-la para que a empresa pudesse mostrá-la para seus vendedores. Não é nenhuma surpresa que o novato tenha sido contratado.

Julian Treasur, especialista em comunicação, demonstra na sua palestra no TEDx, como falar poderosamente; desde exercícios vocais até dicas de como falar com empatia. Uma palestra que pode ajudar o mundo a soar mais bonito.

 

Se você deseja ou necessita melhorar sua habilidade de comunicação, falar em público, sentir-se mais confiante ao encarar pequenas ou grandes plateias, faça parte da Sociedade Brasileira de Palestrantes e realize nosso Curso de Formação de Palestrantes e Comunicadores de todas as áreas, além dos mais diversos cursos específicos e eventos relacionados a apresentação e comunicação pessoal e profissional.

Caso tenha interesse em maiores informações, nos envie um e-mail: atendimento@sbpalestrantes.com.br OU ligue: 51 3907-7707.

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Fonte: Hypescience