NO AR! Lançado oficialmente o Curso EAD Basic Speaker – plataforma ONLINE – da SBP

[22/04/2016]

Foi lançado oficialmente, no último dia 13, o CURSO BASIC SPEAKER, modalidade em formato EAD (Ensino a Distância), da Sociedade Brasileira de Palestrantes.

O Curso, que é 100% ONLINE, foi elaborado para oferecer ao aluno um conteúdo diferenciado que transmite todos os aspectos fundamentais para o desenvolvimento da carreira do palestrante profissional.

São 10 módulos que contemplam 38 temas:EAD-completo-final-01

Módulo 1- ORATÓRIA – HISTÓRIA E FUNDAMENTOS

Módulo 2- VENCENDO O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO

Módulo 3- CONQUISTANDO HABILIDADES BÁSICAS

Módulo 4- CONHECENDO O PÚBLICO – CARACTERÍSTICAS DO AUDITÓRIO

Módulo 5- CONSTRUINDO O ROTEIRO

Módulo 6- CONSTRUINDO A PALESTRA

Módulo 7- DURANTE A PALESTRA (DE PALESTRANTE PARA PALESTRANTE)

Módulo 8- RECURSOS TÉCNICOS

Módulo 9- LIDANDO COM AS PERGUNTAS DO AUDITÓRIO

Módulo 10- DESCOBRINDO SEU PERFIL DE PALESTRANTE

 

Assista o vídeo demonstrativo:

 

BÔNUS ESPECIAL: Um grande diferencial oferecido aos alunos do Curso EAD Basic Speaker é a oportunidade de enviar sua palestra em vídeo e em formato de apresentação (PPT) para serem avaliados pela equipe de especialistas da SBP após o final do curso!

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: http://sbpalestrantes.com.br/ead-basic-speaker/

DÚVIDAS: Envie um e-mail para: atendimento@sbpalestrantes.com.br ou ligue 51 3907-7707.

 

Duda Garbi será o apresentador do I Workshop de Preparação para Apresentação de TCC, em POA

[13/04/2016]

A Soduda2ciedade Brasileira de Palestrantes assinou nesta manhã de quarta-feira a contratação do jornalista e humorista Duda Garbi da Rede Atlântida para ser o apresentador oficial do 1º Workshop de Preparação para Apresentação de TCC .

O curso acontecerá no dia 28 de maio (28/05) no Teatro da PUCRS em Porto Alegre.
Dirigido a estudantes de graduação, pós graduação, mestrado e doutorado, o curso terá imersão de 6 horas com 3 palestrantes profissionais e tem como objetivo preparar o aluno para ter uma excelente performance em sua APRESENTAÇÃO a Banca Examinadora.


INSCRIÇÕES:
As inscrições estarão abertas a partir do dia 28 de abril (28/04) no site da SBP: www.sbpalestrantes.com.br ou pelo telefone (51) 3907-7707.

Pré-inscrições, enviar e-mail para: atendimento@sbpalestrantes.com.br

Medo de falar em público está acima do medo da MORTE, segundo pesquisa americana

[06-04-2016]

O Curso Professional Speaker terá sua 2º Edição em Maio de 2016, Inscreva-se!

“Se você sente medo de falar em público e acha que esse é um problema de alguns poucos desafortunados, está equivocado. Vários estudos, como a pesquisa realizada com 3.000 americanos e publicada pelo jornal “Sunday Times”, demonstram que o medo de falar em público é o maior medo do homem.

Mesmo considerando que a pesquisa esteja comprometida pela época ou local onde foi realizada, o medo de falar em público estaria entre os primeiros apontados pelo homem. Só para dar uma ideia, veja quais são os principais medos apontados na pesquisa:

1º – Medo de falar em público
2º – Medo de altura
3º – Medo de problemas financeiros, de doenças e de águas profundas
4º – Medo da morte

Algumas citações foram atribuídas a tantos autores diferentes que não me atrevo a cravar com certeza quem disse ou escreveu as pérolas pela primeira vez. Só revelo que não são de minha autoria. Essas frases, que fazem parte do anedotário mundial, mostram bem o nervosismo que algumas pessoas sentem quando precisam falar em público.

A primeira é a seguinte:

O cérebro é uma coisa maravilhosa. Começa a funcionar no instante em que nascemos, e só para na hora em que precisamos fazer um discurso diante da plateia.

A outra também é curiosa:

Quando me encaminho para a tribuna para fazer um discurso só Deus sabe o que vou falar. Quando começo a falar, nem Deus sabe mais.

Muitas das mais importantes personalidades da história revelaram sentir muito medo de falar em público. Mahatma Gandhi, por exemplo. Depois de ter se formado em direito, procurou uma forma de contornar seu incontrolável nervosismo. Ao fazer sua primeira apresentação oral, redigiu o discurso, pois assim não se perderia diante do público.

Supunha que com o discurso escrito se sentiria mais à vontade. A solução idealizada por Gandhi, entretanto, não foi bem-sucedida. O seu nervosismo era tão acentuado que, ao se apresentar diante da plateia, as mãos tremiam tanto que não conseguiam suportar as folhas de papel, impedindo que ele lesse o que estava escrito. Esse advogado tão tímido e inseguro tornou-se depois um dos maiores líderes da história mundial.

O russo Leon Tolstoi, um dos maiores nomes da literatura de todos os tempos, também tinha muito medo de falar em público. Na obra “Guerra e Paz” o escritor descreve uma cena interessante. Em uma das passagens, conta como a personagem Pierre Bezúkhov, depois de falar para os maçons e ter sido malsucedido, enfrenta períodos de frustração e depressão.

Aylmer Maude, responsável pela tradução, revela em nota explicativa que o incidente se refere à dificuldade que o próprio Tolstoi sentia para falar em público. Comenta que nas poucas vezes em que ele se atreveu a proferir discursos em público se sentiu muito desconfortável e não obteve bons resultados.

A história das pessoas importantes que sentem medo de falar em público vem de longe. Isócrates viveu de 436 a 338 a.C. Foi discípulo de Górgias e um dos mais destacados retores da Grécia antiga. Teve o mérito de ampliar o estudo da oratória, acrescentando à retórica boa parte da filosofia que aprendeu também como discípulo de Sócrates.

O fato curioso é que Isócrates, ainda que tenha sido um dos mais profundos estudiosos da retórica, chegando mesmo a implantar essa disciplina no currículo escolar ateniense, nunca proferiu um só discurso. Apenas estudou sua técnica e os escreveu. Fugia da tribuna por causa da voz defeituosa para a oratória e do pavor incontrolado para falar em público.

Viajando no tempo até os nossos dias, temos vários exemplos de pessoas renomadas que sentem medo de falar em público. Um deles é o escritor Paulo Coelho, chamado de cidadão do mundo, que em diversas entrevistas confessou esse desconforto que sente diante da plateia.  José Mayer, grande ator, disse em entrevista no programa do Jô Soares que sempre fica com a mão gelada quando está no palco.

Uma das mais competentes apresentadoras da televisão brasileira, Ana Paula Padrão, em entrevista para o “Guia do Estudante” também revela que, quando precisa falar em público, fica nervosa e chega a ter insônia.  Apesar desse medo, entretanto, consegue driblar a timidez quando se apresenta diante das câmeras.

Citei esses exemplos de importantes personalidades nas mais diferentes áreas de atuação para mostrar que o medo de falar em público é um sentimento comum. Não importa a formação, a posição hierárquica, a projeção social. Sentir medo faz parte da vida da maioria das pessoas. A boa notícia é que você pode superar esse medo. Para isso é preciso trabalho, estudo e dedicação.

Para diminuir a quantidade de adrenalina liberada por causa do medo, e que provoca o nervosismo, observe as seguintes recomendações: conheça o assunto com profundidade. Saiba ordenar o raciocínio com começo, meio e fim. Pratique bastante. E aprenda a identificar suas qualidades de comunicação.

Assim, você poderá se sentir mais confiante para falar diante da plateia. Ah, e se diante do público sentir o coração batendo mais forte, as mãos geladas, ou um leve tremor nas pernas, saiba que esses fatos são normais e acontecem com quase todas as pessoas. Depois dos primeiros instantes, você queimará o excesso de adrenalina e se sentirá mais à vontade.”

 

A Sociedade Brasileira de Palestrantes oferece cursos que abordam diversas técnicas de como falar em público, apresentar-se em qualquer ambiente social e/ou profissional ou mesmo tornar-se um palestrante.

Você também tem medo de falar em público? Então se inscreva em nossos cursos para alavancar sua carreira profissional!

Matrículas pelo site, telefone ou e-mail: (51) 3907-7707 ou atendimento@sbpalestrantes.com.br

 

 

FONTE:Reinaldo Polito (Economia UOL).

ARTIGO: A missão do palestrante

[27-01-2016]

CARLOS PRUSCH – Administrador, especialista em Marketing e Gestão Comercial e também Membro e Diretor de MKT da Sociedade Brasileira de Palestrantes.

 

Business Convention Question and Answer

Embora o Brasil tenha um mercado tremendamente promissor nesta área, proferir palestras de forma profissional não é tão simples como gostaríamos que fosse. Falar em publico provoca nos seres humanos o maior de todos os medos superando até mesmo o medo da morte. Contudo, mesmo num mercado crescente, como em qualquer outra profissão, para se tornar bem sucedido neste ramo é necessário preparação, um bom plano, foco e muito treinamento.

Atualmente, para “laçar” plateias e conectá-las a um contexto, o palestrante necessita muito mais do que transmitir uma mensagem estruturada, de um conteúdo relevante e de uma comunicação eficaz. Para fazer com que as pessoas realmente evoluam e se transformem no auditório, o palestrante precisa demonstrar autenticidade atraindo e inspirando o público com magnetismo.

Mas qual é a missão do palestrante na atualidade?

De modo geral, a missão do palestrante nos dias de hoje é transformar e inspirar as pessoas fazendo com que elas evoluam. Munidos de técnicas e habilidades de comunicação, os palestrantes atualizados tem o papel de levar desenvolvimento humano e organizacional a indivíduos e corporações. O alinhamento com as áreas de recursos humanos nas empresas é imprescindível. Esse papel evoluiu muito ao compararmos com a época do surgimento da retórica na Grécia antiga. Naquele tempo se usava a arte de falar bem, a dialética e a lógica, muito mais como estratégia de argumentação para persuadir audiências nos fóruns políticos, do que para o bem comum. A missão dos palestrantes na era atual é definitivamente tocar o coração das pessoas. Lembre-se que para tocar o coração das pessoas sua palestra não precisa ter somente um foco motivacional. O importante é como você transmite sua mensagem.

As palavras de ordem para os palestrantes do futuro são: AUTENTICIDADE e MAGNETISMO. Ser autêntico é ser exatamente aquilo que você é. Você não deve tentar passar uma falsa imagem a seu respeito. O que você deve buscar é o “polimento”. Provocar ondas magnéticas em cena corresponde a contagiar a plateia com seu entusiasmo e brilho nos olhos a ponto de propagar o efeito de transformação nas pessoas. Naturalmente que para desenvolver essas duas virtudes o profissional precisa ser um bom palestrante.

“A única maneira de fazer um bom trabalho é amando o que você faz. Se ainda não encontrou isso, continue procurando. Não se acomode. Como tudo que diz respeito ao coração, você vai saber quando encontrar” Steve Jobs – in memoriam.

E o que é preciso para se tornar um bom palestrante?

Em primeiro lugar é necessário refletir. A preparação engloba muitas coisas. Uma delas é dar um passo atrás e identificar se realmente lhe é prazeroso compartilhar seus conhecimentos e se estará feliz desempenhando este papel. Em segundo lugar faça uma autoanálise sobre sua qualificação permitindo um olhar crítico em direção a sua formação, expertise e experiência de vida. Por último é preciso concluir que está indo no caminho certo. Nomeio este desfecho como compreender a “mensagem sublime” que define sua maturidade para desempenhar uma boa performance no palco. Em outras palavras a mensagem sublime engloba a perspicácia no desenvolvimento do conteúdo de sua palestra (produto) e também a sua capacidade de transmitir um recado marcante. Essa última etapa da preparação significa aperfeiçoar suas competências, aprimorar seu produto com afinco e dedicação, e finalmente, estar apto e capaz de afetar e influenciar a plateia.

E o plano?

Um bom planejamento é fundamental para se desenvolver nesta área e o melhor caminho é pesquisar o que o mercado oferece. Para se tornar um palestrante bem conceituado não basta apenas ter o “dom da palavra”. Esse é um fator que pode ser desenvolvido ao longo do tempo. É necessário mais do que facilidade de comunicação para se destacar entre tantos bons profissionais. Responda para você mesmo as seguintes perguntas:

Estou fazendo o meu dever de casa, ou seja, tenho me aprimorado e me desenvolvido para estar capacitado nesta área? Os meus produtos (palestras) estão “redondos” e completamente afinados? Onde pretendo chegar como palestrante?

Não deixe o plano para depois. O planejamento sempre vem antes. Dedique algum tempo para escrever seus planos e tenha clareza sobre eles.

Firme no foco e no treinamento

Esses dois itens andam juntos. O foco e o treinamento nesta área são fatores chave de sucesso. Certamente você elegeu e elencou prioridades no seu planejamento.  Manter o foco no que você pretende alcançar aumenta suas chances de acerto. Treinar é a repetição necessária para adquirir êxito e conquistar bons resultados no seu dia a dia. Através da disciplina em treinar e reciclar nossos pensamentos é que adquirimos aptidão para fazer apresentações extraordinárias. Nesta etapa é preciso suar a camisa!

Então, você já se considera um bom palestrante? Ótimo!  Parabéns!  Continue se desenvolvendo, seja autêntico e contagie as pessoas.

Vá em frente! Transforme e eleve o seu público na plenitude da sua missão e se precisar de ajuda procure a Sociedade Brasileira de Palestrantes. Ela estará pronta para ajuda-lo!

 

ARTIGO: 7 truques fáceis de implementar para melhorar a sua capacidade de se comunicar bem.

[20-01-2016]

discurso

Steve Jobs, Al Gore, Martin Luther King, Sócrates, Górgias. O que essas personalidades têm em comum? São todos ótimos oradores. Tão bons que, além de transmitir uma ideia, tinham também o poder de engajar e emocionar o público, influenciando o curso da história, através da influência que exerceram sobre as pessoas das suas épocas.

Você sabe transmitir uma mensagem com eficiência na sua apresentação? E engajar a plateia, compartilhando emoções? Essa parte é mais difícil. Precisamos entender, antes de tudo, o que é eloquência: a arte de convencer através das palavras. O que isso quer dizer? Para você convencer alguém, é necessário engajamento. Ninguém se convence apenas com informação. Somar à ela uma dose de emoção faz toda a diferença. É sobre o que você diz e principalmente como você diz. Aqui estão 7 truques simples que são fáceis de implementar para melhorar a sua capacidade de se comunicar bem.

 

1 . Seja intencional

Comunicação é uma ação; requer esforço significativo, intencional. Antes de comunicar, é necessário pensar no objetivo e no caminho daquela comunicação. Onde eu quero chegar com ela. A diferença entre oradores talentosos e simples enroladores passa pelo tempo e esforço investidos na preparação da apresentação e nas habilidades que eles têm à disposição. O resto das dicas neste artigo são algumas habilidades para você adicionar ao seu repertório, mas a base da intenção e objetivo deve estar lá para essas habilidades terem efeito.

2 . Fale com autoridade

Quando você fala, fale com autoridade. Cuidado para não soar inseguro ou retido. Quando você está fazendo uma declaração, não soe como se você estivesse perguntando. Sempre tenha uma opinião. Tome cuidado com frases como “eu acho que”, “na minha opinião”, “eu posso estar errado”, “se eu estiver errado, me corrijam”, etc. Elas empregam um tom dúbio na sua apresentação e te distanciam do convencimento.

3 . Compartilhe

Compartilhe pensamentos. Para ser eloquente, você não precisa ser um super-homem, na verdade, não deve. Porque se você se coloca como infalível, perfeito, se distancia demais do público. Será admirado, mas não vai criar conexão. Aproxime-se das audiências com o objetivo de aprendizagem, e não com o desejo de dizer aos outros o que você conhece, e como você é melhor que o restante.

4 . Seja eficiente

Um grande comunicador não fala com frequência, ele fala bem. Faça com que as suas palavras importem. Não tenha muito discurso. Fale o mínimo para alcançar o seu objetivo e descarte o que não importa. Não enrole. Escolha seus argumentos com sabedoria, pensando no seu público-alvo. Boa comunicação não é uma reação, é uma ação intencional. Deixe tudo estruturado antes de pisar no palco.

5 . Eliminar o “um”

A comunicação não natural para as pessoas. Desde pequenos, temos que ser ensinados a como se comunicar. Cuidado com as ressonâncias: hums e hãs, manter as cordas vocais vibrando conota despreparo. O silêncio é muito importante para dar as pausas certas no seu conteúdo, além de dar à audiência um espaço para assimilar o que você disse.

6 . Adeque ao público-alvo

Você conhece grandes palavras? Ótimo. Mas dificilmente elas serão usadas na sua apresentação. Para saber o tom de inteligência que você deve colocar na sua apresentação, pense no público-alvo que quer atingir. O que funciona para eles? Ter um vocabulário extenso é uma das maneiras mais fáceis de soar inteligente e eloquente, ou pretensioso e arrogante. Tudo depende do público. Por isso, o truque é conhecer o seu público e ajustar o seu vocabulário em conformidade.

7 . Não-verbal

Preste atenção na sua linguagem corporal. Saiba que apenas de 10 a 15% de sua comunicação é verbal (palavras), e entre 85 e 90% é não-verbal, e isso tem muito a ver com a linguagem corporal. Como você se posiciona, seus gestos, expressões faciais, quão rapidamente ou lentamente você fala, o tom de sua voz, quando e onde você se move ao redor, todos esses pontos se comunicam significativamente mais para o seu público do que simplesmente suas palavras. Em resumo, o seu não-verbal deve estar adequado ao verbal.

 

Fonte: Monkey Business

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